E se o seu próximo destino for viver sem ecrãs?
Vivemos num tempo em que fotografar se tornou quase automático. Vemos alguma coisa de que gostamos, tiramos uma fotografia. Vemos outra, tiramos mais uma. No final do dia, podemos ter dezenas de imagens no telemóvel e conseguir ver de modo imediato.
Mas quantas delas vamos realmente voltar a ver?
Nas viagens de estudo, acreditamos que fotografar pode ser mais do que registar aquilo que temos à nossa frente. Pode ser uma forma de observar, de prestar atenção e de escolher o que queremos guardar.
É por isso que, em 2026/2027, queremos recuperar uma forma de fotografar que nos obriga a abrandar.

Um rolo de fotografias. Uma viagem. Muitas escolhas.
Uma máquina fotográfica analógica tem uma particularidade simples: temos um número limitado de fotografias e não podemos ver imediatamente o resultado.
Ao longo da viagem, caberá aos alunos escolher o que merece ser guardado. Os monumentos e os lugares mais conhecidos, mas também os detalhes, as pessoas, os momentos inesperados e tudo aquilo que pode fazer uma viagem ser única.
Quando temos um limite de fotografias, começamos a olhar de outra forma. A reparar mais. A pensar antes de fotografar.
Fotografar menos para ver mais
No final da viagem, as fotografias ganham uma nova dimensão. São reveladas, podem ser vistas, partilhadas e guardadas, transformando-se num registo de uma experiência que, de outra forma, poderia ficar perdida entre centenas de imagens digitais.
Em 2026/2027, queremos continuar a criar viagens de estudo que proporcionem aos alunos novas formas de descobrir e viver o mundo que os rodeia.
Conte connosco para preparar a sua próxima viagem de estudo. Contacte-nos desde já através do email info@alaviagens.com, do número 223222476 ou do nosso formulário de contacto.




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